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Art Alimentos O princípio básico da decoração de pratos.

 

QUAL A DIFERENÇA ENTRE:

 

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS. ENGENHARIA DE ALIMENTOS.

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A área de Ciência e Tecnologia de Alimentos desenvolve pesquisas na área de pós-colheita e processamento de produtos apartir da horta, visando à conservação das hortaliças, bem como a manutenção de suas propriedades nutricionais e bioativas.

A melhoria nos sistemas de embalagem e armazenagem.

São realizadas em laboratórios, as análises de qualidade sólidos solúveis totais, acidez titulável, pH, ácido ascórbico, entre outras;

A determinação de compostos bioativos e atividade antioxidante; análises fisiológicas (CO2 e etileno) e sensorial de hortaliças.

 
 
 
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Segurança alimentar e nutricional é o direito de todos a uma alimentação saudável, acessível, de qualidade, em quantidade suficiente e de modo permanente.

A ciência e a tecnologia têm papel importante na qualidade dos alimentos que a população consome.

Isso envolve um viés de pesquisa e inovação, porque a segurança alimentar é muito abrangente.

Vai desde a questão do abastecimento até o acesso ao alimento, passando inclusive por doenças decorrentes de má nutrição.

O papel da ciência e tecnologia é o de se chegar a soluções inovadoras e que possam incluir socialmente as pessoas e de uma forma a alimentação delas seja mais saudável e que elas tenham acesso a alimentos de qualidade",

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Para os alimentos industrializados ganharem a forma como chegam às prateleiras de supermercados, precisam contar com substâncias químicas denominadas de aditivos.

Os aditivos se definem como substâncias dotadas ou não de valor nutritivo intencionalmente adicionadas aos alimentos com a finalidade de impedir alterações, manter, conferir ou intensificar seu aroma, cor e sabor, modificar ou manter seu estado físico.

Pequenas porções de aditivos, quando acrescentadas nos alimentos, garantem visual e aspecto favoráveis ao consumo do produto.

As principais substâncias adicionadas para melhorar a aparência de alimentos e garantir a saúde ao consumidor.

Antioxidantes: a margarina e outros produtos gordurosos possuem a desvantagem de ficarem rançosos quando ficam armazenados por muito tempo. Os antioxidantes foram criados para amenizar esta característica comum dos produtos gordurosos, uma vez presentes, retardam a ação do oxigênio sobre o produto.

Conservantes: inibem o aparecimento e reprodução de micróbios e por isso são adicionados a alimentos para auxiliar na conservação dos mesmos.

Acidulantes: proporcionam uma maior acidez ao produto, dificultando o ataque de micro-organismos e consequente deterioração.

Corantes: agora entra o aspecto visual do produto, VEJA VISUAL LOGO ABAIXO.

A indústria usa de artifícios para chamar a atenção: na seção alimentícia, um alimento colorido e com aspecto saudável ganha a preferência do consumidor. São os corantes que garantem este aspecto, se não existissem, como as balas, pirulitos e guloseimas em geral ficariam tão atrativas às crianças? A variedade de cores desses produtos é um dos estímulos ao consumo.

Espessantes: já reparou que alguns alimentos possuem uma consistência característica, como por exemplo, o creme de leite, os iogurtes, as geleias. Graças aos chamados espessantes os produtos adquirem a viscosidade desejada pelo fabricante.

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VISUAL:

O princípio básico da decoração de pratos é a busca da harmonia entre os elementos que irão compor o prato, ou seja, como devem ser distribuídos para que o prato possa ser comparado a uma obra de arte

A busca por conhecimentos e técnicas referentes à montagem e decoração de pratos é essencial para tornar o prato ainda mais atrativo. Mas, por que isso é importante? Uma resposta simples e objetiva seria: para deixar o prato mais bonito. Mas, por que deixá-lo mais bonito? Instintivamente, selecionamos o que vamos comer pela aparência e pelo aspecto; o que é bonito e atrativo aos olhos nos parece mais saboroso, e, portanto, mais apetitoso.

Se o ambiente for agradável, a comida saborosa e de boa qualidade, e o prato bem montado e decorado, os nossos sentidos certamente serão aguçados e ficaremos tomados pelo desejo irresistível de saborear o prato.

Como decorar um prato?

A decoração de um prato depende muito do bom gosto do seu decorador; ela traduz o sentimento do chef, as sensações que ele espera causar nas pessoas diante do prato. É semelhante à pintura de um quadro, quando o artista usa tela, tinta e pincel para retratar suas emoções e pensamentos.

A decoração de um prato é algo muito parecido, pois o prato decorado deverá transmitir os sentimentos do chef e causar sensações agradáveis para aqueles que irão degustá-lo. Portanto, não existem receitas prontas para serem seguidas. Mas existem regras básicas que são aplicadas visando obter equilíbrio e combinações perfeitas de cores, volumes e textura dos alimentos: são as regras de apresentação de pratos.

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Noções básicas de enquadramento e equilíbrio

O princípio básico da decoração de pratos é a busca da harmonia entre os elementos que irão compor o prato. Tais elementos devem ser distribuídos de tal forma que o prato possa ser comparado a uma aquarela ou a uma pintura em tela. Que elementos são esses? São as porções dos alimentos que constituem a parte principal, os molhos e mais alguns elementos que poderão fazer parte da decoração do prato.

Vale ressaltar que esses elementos devem ser comestíveis, não somente eles, mas tudo o que for utilizado no prato deve ser comestível, como alguns elementos puramente decorativos. Entretanto, tais elementos são dispostos no prato seguindo algumas técnicas de enquadramento e equilíbrio.

Um enquadramento pode ser considerado correto, quando os elementos que irão compor o quadro se encontram distribuídos de forma organizada e harmônica, de tal maneira que se obtém um equilíbrio na ocupação do espaço disponível para a montagem. Esse espaço, em nosso caso, é o prato que será utilizado para receber os alimentos.

O que se deve buscar é a obtenção de algo que agrade aos olhos. Um conjunto de formas, cores e texturas diferentes que sejam capazes de impressionar. Lembre-se de que o objetivo é apresentar os alimentos de uma forma que seja capaz de aguçar o desejo de consumi-los. Mas ao mesmo tempo, isso deve ser feito de maneira artística, com base em critérios técnicos e bom-senso.

Tanto na fotografia como na arte da pintura, a regra dos terços é colocada em prática para definir o enquadramento dos elementos. Na decoração de pratos, a técnica da regra dos terços pode e deve ser utilizada, visando à obtenção de uma distribuição harmônica entre elementos.
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O que é a regra dos terços?

Como explicado no filme, a regra dos terços é utilizada para distribuir os elementos de forma harmônica e equilibrada, seguindo critérios técnicos. Ela consiste em subdividir, de forma imaginária, a área onde os elementos serão representados, em nove partes iguais. Para isso, utilizamos quatro linhas retas, duas horizontais e duas verticais. Cada parte corresponderá a uma subárea e todas as nove subáreas formadas pelas interseções das linhas serão idênticas. Entretanto, para que isso aconteça, cada dimensão da área precisa ser subdividida em três partes iguais.

É preciso muita atenção e bom senso na aplicação desses conhecimentos de enquadramento, de forma a obter equilíbrio visual. Para proporcionar ao observador percorrer toda a região do prato com os olhos é preciso garantir uma distribuição adequada dos elementos para que a decoração fique equilibrada.

A busca por conhecimentos e técnicas referentes à montagem e decoração de pratos é essencial para tornar o prato ainda mais atrativo.
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1ª SITUAÇÃO: ELEMENTO COLOCADO NO CENTRO DO PRATO

Nesse caso, a borda do prato ganhará destaque, e a visão geral do conjunto ficará desequilibrada devido a uma grande borda do prato em relação a uma diminuta área ocupada pelos alimentos. Para isso, a porção de alimento deverá ser posicionada no centro do prato.

2ª SITUAÇÃO: ELEMENTO COLOCADO EM UMA DAS LATERAIS DO PRATO

Nesse caso, o observador tem a impressão de que o prato irá “empinar” com o peso visual do alimento colocado no prato, em uma região deslocada do centro, pois a porção de alimento é posicionada em uma das laterais do prato.

3ª SITUAÇÃO: ELEMENTO COLOCADO EM UM DOS CANTOS DO PRATO, NA SUA DIAGONAL

Nesse caso, ao observarmos o prato montado, teremos a sensação de que ele irá “empinar”, abaixando o canto onde estão os alimentos e erguendo o canto diagonalmente oposto. Para isso, uma pequena porção de alimento deverá ser posicionada em um dos cantos do prato, sobre sua diagonal.
 
QUAL A DIFERENÇA ENTRE:

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS.

ENGENHARIA DE ALIMENTOS.

O bacharel em Ciência e Tecnologia de Alimentos lida, essencialmente, com a qualidade e o teor nutricional dos alimentos. Já o engenheiro de alimentos é responsável por garantir essa integridade e qualidade na indústria, da seleção de matérias-primas e definição dos processos de produção às condições de armazenamento e distribuição.

O que você pode fazer

Conservação Desenvolver embalagens e métodos de processamento que garantam maior vida útil aos alimentos.

Consultoria Prestar consultoria nas áreas de alimentos e nutrição, com relação a diversos aspectos da produção, como capacitação de pessoal, qualificação de fornecedores, análise de processos, auditorias, marketing ou adequação às normas e legislação vigentes no mercado.

Controle de qualidade Desenvolver métodos de controle de qualidade alimentar segundo aspectos higiênico-sanitários, físico-químicos e nutricionais, da matéria-prima ao produto final.

Desenvolvimento de produto Criar produtos e melhorar os já existentes, de acordo com a demanda, as necessidades e as exigências dos consumidores.

Educação Acompanhar programas de educação para o consumo de alimentos em empresas, órgãos públicos ou ONGs.

Gestão Gerenciar sistemas de produção e logística de fábricas do setor alimentício.

Pesquisa Pesquisar e desenvolver novos produtos alimentícios, de origem vegetal ou animal.

Produção Controlar o processo de fabricação de alimentos e laticínios, definindo matéria-prima e equipamentos a ser usados, visando ao produto final esperado.

Mercado de Trabalho

As carreiras ligadas à indústria alimentícia são promissoras, já que o Brasil é um dos principais produtores de alimentos do mundo. E o país ainda tem muitas possibilidades para aumentar essa oferta. A valorização do consumo de comidas mais saudáveis pelos brasileiros faz com que o profissional seja cada vez mais requisitado nas indústrias alimentícias.

Hoje em dia, o brasileiro preocupa-se não apenas com a praticidade e o sabor dos alimentos, mas também com a qualidade sanitária de sua produção, seu valor nutricional, sua segurança (como os teores de sódio) e, também, com aspectos de sustentabilidade no sistema de produção.

Todos esses itens são cuidados por este graduado. Indústrias alimentícias, como Unilever e Kraft Foods, constituem o grande empregador, principalmente para quem se dedica ao desenvolvimento de produtos e ao controle de qualidade.

O bacharel também é requisitado por empresas de pequeno e médio porte que precisam se adequar à legislação – nesse caso, atua prestando consultoria. Os graduados encontram oportunidades, ainda, em órgãos governamentais, na definição de políticas e normas, ou na fiscalização dos produtores.

Curso

O primeiro ano do bacharelado traz matemática, química, português, biologia e estatística. Nos anos seguintes, vêm as disciplinas específcas, como química dos alimentos, nutrição, logística e produção e conservação de laticínios.

O aluno também estuda análise de açúcares e adoçantes, bebidas, gorduras e tratamento de resíduos industriais. O currículo prevê, ainda, práticas em laboratório, como é o caso da UFSC, em Florianópolis, em que os alunos prendem várias técnicas em uma usina-piloto de processamento de alimentos. Estágio e trabalho de conclusão do curso são obrigatórios.

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